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Eu pretendia falar sobre a Semana de Alta-costura de Paris, que foi um espetáculo à parte, mas isso pode ficar pra um próximo post. Aliás, DEVE ficar. Não é sempre que o mundo das criações tem uma perda tão grande.
McQueen: quando um império desmorona
Lee Alexander McQueen, inglês nascido em 1969, era conhecido pelos seus desfiles que eram verdadeiros shows de excentricidade e originalidade - porque pra GaGa usar... bem, vocês entenderam - e pelas campanhas chocantes que fazia. Além de GaGa, também cativou a cantora alternativa Björk, e dirigiu um de seus clipes.
Estilista renomado da moda contemporânea e criador dos sapatos que fizeram até a GaGa se curvar, foi encontrado morto na última quinta-feira, dia 11 de fevereiro de 2010, deixando eu, você, Lady GaGa e outros milhares de fashionistas órfãos. Segundo o Daily Mail, tabloide importante de sua terra natal, ele cometeu suicídio (provavelmente por enforcamento), após a morte de sua mãe, Joyce, que faleceu no último dia 3. Segundo um amigo, "Ele não conseguiu enfrentar a morte da mãe, simplesmente foi pra cama. O seu desfile na Semana de Moda de Paris estava chegando e sua equipe estava atrás dele durante toda a semana para ele levantar e começar a trabalhar". A autópsia está programada para o dia 15 de fevereiro.
Eu soube da notícia pelo twitter. Como o site já matou até o cachorro do meu vizinho, fui checar, tranquila, se era ou não verdade. Quando a gente vê que uma coisa dessas é verdade, meio que para e pensa: Ei, não pode ser. Como que alguém que cria isso tira a própria vida? Mas assim é Alexander McQueen: sempre trazendo drama no que quer que faz. Como disse Herchcovitch: "McQueen mostrou ao mundo em poucas e boas palavras a coragem de um artista que não tinha medo de se expor. Escolheu um final não menos corajoso". Ok. Só espero que o Herch não resolva ser corajoso, porque perder mais um gênio assim vai abalar os alicerces do mundo da moda. Fico pensando no que a GaGa usará no funeral, e nem mesmo assim consigo ver graça. Nos resta esperar que Deus mande algumas criações por correio.
Porque o que a moda une, a morte não separa. E a gente entende: os anjos estão precisando de figurinos novos. Milênios usando batinhas já devem estar cansando, né?
Vai em paz, mestre!
Hoje eu tava olhando as fotos da Suri e pensando, Meu Deus, porque meus pais tinham que me vestir tão mal? Porque eles não trocavam os triângulos que eu usava como blusa por uma sapatilha? Quero morrer e nascer fashion como a Suri now! Mas como isso não é possível, só me resta a babação e a inspiração nos looks dela!
A Suri é super adepta das sapatilhas, sejam douradas, pratas, a cor que for, principalmente quando ela vai fazer compras ou simplesmente passear, afinal ela precisa estar muito confortável para olhar tantas vitrines Chanel e Gucci com sua mama Rica Holmes. A Su não se priva em experimentar novas estampas, ela usa, listras, bolinhas e até florais, sempre coisas que remetem um estilo mais romântico.
A nossa pequena Diva está sempre sempre montada em um vestidinho baphônico (o que é esse vermelho? *-*), na maioria das vezes com cores bem alegres, bem femininos e comportadinhos, afinal só porque ela é diva-fashion-inspiração não quer dizer que ela vá se esquecer que não tem 20 anos e se jogar no decotão com transparências.
A Su quando quer fugir um pouco dos vestidinhos acaba usando alguma blusinha mais curta com uma legging ou até uma saia com babados muito dygnos.
Amém!





















