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Parem o que vocês estiverem fazendo e escutem o novo CD da Rihanna.
Todo. Umas 10 vezes.
E não vai ser o suficiente.
Aqui o link pra baixar!
Imagine que você monta uma banda com cara de estrangeira, resolve fazer um vídeo de uma das músicas e um rapper resolve postar no twitter o quanto ele achou você e seus amigos geniais no tal clipe. Acontece que isso aconteceu já no segundo dia do vídeo na net e o rapper foi ninguém menos que Kanye West. Com vocês, caras leitoras, o Copacabana Club.
O vídeo em questão é Just do it, do EP King Of The Night, lançado em 2008. A música, que virou até trilha sonora de um comercial da Fox, vem sendo divulgada desde então em centenas de blogs internacionais de música independente. O pitaco do Kanye deu tamanha visibilidade à banda que, em apenas três anos de história, os Copas já abriram o show do Moby aqui no Brasil e se apresentaram em festivais nos EUA e na Inglaterra, tocando com bandas hype como Friendly Fires , concorreram a diversos prêmios nacionais (sendo o mais recente o “Experimente”, do canal Multishow, que acabou sendo levado pelos Móveis Coloniais de Acaju – mas aqui você pode ver o vídeo da apresentação da banda no evento) e participaram de várias campanhas publicitárias, uma delas a divertida “Dê um UP”, da Close Up, que ganhou um vídeo um tanto quanto bizarrinho (assista aqui! http://vimeo.com/11278457).
A banda curitibana de eletrorock/indiepop mistura new wave e eletrônica com um toque de bossa nova que tem feito os Copas ganharem status de queridinhos da cena indie brasileira. Apesar de lembrarem o formato do Cansei de Ser Sexy (vocal feminino, bateria leve, letras ousadas e em inglês), primeira banda a alcançar esse posto, o baixista Tile nega a influência: Somos bastante comparados ao New Young Pony Club, Prodigy, etc. Mas ninguém nunca, lá fora, nos comparou à eles. Apesar disso, nota-se uma semelhança com o indie despretensioso inglês (que também existe no CSS), já que a banda se formou depois que Alec, guitarra e vocal, passou uma temporada em Londres.
Por falar em temporada na gringa, eles lançaram uma música nova um mês atrás, Pas Toujours (http://vimeo.com/13861216), após a tour que fizeram nos EUA. Aqui você pode ver a primeira apresentação ao vivo de PT, que, segundo a baterista e DJ Claudinha, vai estar no CD, que deve sair no final desse ano. Mas enquanto o CD não chega, vale à pena baixar o EP, que tem, além de 4 músicas incríveis, algumas versões remixadas!
Pra ouvir: myspace
Pra acompanhar: twitter - tumblr - comunidade - blog da MTV
Postei originalmente dia 28/08/10 no Depois dos Quinze. link
A pergunta não é “Que Mario?”. A pergunta é “Que música?”. Uma garota com uma presença de palco enorme e um cara sintetizando uns sons que podiam muito bem estar saindo do videogame do seu irmão: conheçam o Crystal Castles.

A Crystal Castles foi formada em 2003 pelo multi-instrumentista Ethan Kath, que depois convidou a vocalista Alice Glass para completar o duo. O nome se originou do título da fortaleza no céu do desenho She-Ra (“Crystal Castles, a fonte de todo o poder”), o Crystal Castle, e também é o nome de um jogo – adivinha? – de videogame. Eles começaram fazendo remixes de bandas como Klaxons e Bloc Party, para depois conseguir visibilidade na cena independente mundial também com suas músicas próprias, entre elas, “Alice Practice” – a apresentação ao vivo dessa música aparece no terceiro episódio da segunda temporada de Skins (seriado britânico cuja 5ª temporada já está sendo gravada). A participação na série rendeu milhares de fãs, que, ao ver Alice pulando ao som de batidas psicodélicas, também quiseram sentir um pouco da intensidade do duo canadense:
O som deles faz parte de um gênero ainda pouco conhecido, o Nintendocore, que mistura o post-hardcore com música de jogos eletrônicos dos anos 90, os 8-bits (daí o nome: muitos samplers utilizados são de jogos da Nintendo). A banda foi considerada a mais emocionante ao vivo da atualidade, devido as suas frequentes apresentações em festivais ao redor do mundo.
A postura junkie de Alice, suas roupas, os refrões nonsense que ela meio recita, meio canta, as fotos no mínimo diferentes dos dois… Tudo grita originalidade e energia.
Pra quem conhece e é do sudeste, good news: tem Crystal Castles no Brasil em setembro! Dia 24, o Circo Voador (que ano passado trouxe Friendly Fires), no Rio de Janeiro, contará com a apresentação de Alice e os mil sons de Ethan. Ainda há previsão para show em São Paulo. Pra quem não é do sudeste, sugiro uma venda de órgãos ou chantagem emocional com os pais. E pra quem não conhece, vale à pena baixar tudo o que encontrar desse duo de 8-bit: você nunca mais vai ver/jogar Mario e seus companheiros da mesma forma.
Postei originalmente dia 21/08/10 no Depois dos Quinze. link
Que o vilão Chuck Bass rouba a cena de qualquer mocinho em Gossip Girl, todo mundo já sabe. Uma coisa que nem todo mundo sabe é que o ator inglês Edward Westwick, além de interpretar o motherchucker na televisão e assim como suas colegas de elenco Leighton Meester e Taylor Momsen, resolveu apostar na carreira musical. Ed é vocalista da banda The Filthy Youth (algo como Juventude Imunda, em português), que existe desde 2006 e já em 2007 recebeu elogios de dezenas de publicações importantes.
A banda é diretamente influenciada pelo punk rock dos anos 70, e tem um som que lembra bastante Arctic Monkeys. Já ao vivo, Ed lembra muito o Julian Casablancas, vocalistas dos Strokes – outra forte influência desses cinco garotos ingleses (Westwick, Benny, Jimmy, Tom e John). Ele parece totalmente alheio à tudo, variando entre tímido e alucinado em questão de segundos. Aviso às fãs do Chuck: a performance da TFY é chamada de “indiesexual” justamente pelo sotaque de Edward, fortemente europeu e totalmente diferente de qualquer cena que Bass já fez. A única coisa que não muda é o jeito de bad boy, já que, ao contrário de muitos atores-cantores, ele consegue perfeitamente dividir um trabalho de outro, de modo que as letras não ficam apelativas nem o som comercial demais. No momento, a banda não tem turnês marcadas, mas você pode conferir algumas músicas deles no myspace (a minha preferida é Boy Don’t Smoke. Assista aqui à uma versão ao vivo da música), além de ver mais fotos.
O som vai agradar tanto quem curte The Clash e The Rolling Stones como quem é fã de The Hives. Pra quem não assiste GG, mas gosta de música independente, vale à pena dar uma escutada também, afinal de contas, eles começaram como muitas outras bandas, um bando de amigos que por acaso resolveu que não queria viver só de festas, garotas e cerveja…
Queria viver de festas, garotas, cerveja e rock ‘n’ roll.
Postei originalmente dia 14/08/10 no Depois dos Quinze. link
Imagine que você é famoso. Milhares de pessoas conhecem a sua música, vão aos seus shows e compram todos os CDs que você lança. Agora imagine que, esses fãs, além de ficarem mandando replies no twitter do tipo te amo pra sempre, casa comigo! vinte vezes por segundo e gritarem o seu nome desesperadamente ao te ver (nem que só por foto) também copiam seu corte de cabelo, suas tatuagens e tudo o que você usa. O que você faz?
Isso mesmo.
Você cria uma marca!
Na gringa, a coisa toda já é quase que um passo natural pra quem atinge um certo nível de aprovação em relação a estilo: Avril Lavigne criou sua marca, a Abbey Dawn, em 2008, e Oliver Sykes, vocalista da banda de metalcore Bring Me The Horizon, conseguiu atingir um público talvez até maior do que o de sua banda com sua marca mundialmente desejada, a Drop Dead Clothing. Até a eternal material girl Madonna lançou recentemente uma marca de roupas com a filha Lola, que mantém o blog da marca atualizado. Agora é a vez do nosso país mostrar que nossos artistas também podem ser duplamente criativos: o vocalista Lucas Silveira e o baixista Rodrigo Tavares, ambos da banda gaúcha Fresno, estão lançando a marca CRUX (Clothing for the nicest human beings), com a pretensão de produzir "a camiseta perfeita" - ou seja, aquela que chame atenção não por ser bonitinha ou engraçada, mas por ser original, exótica. De acordo com tweets de Lucas, em breve a loja virtual estará funcionando e também estarão sendo lançados, além das camisetas exclusivas, moletons e jeans, tanto para o vestuário masculino quanto para o feminino.

E os meninos já estão divulgando a Crux nos shows, também! (Inclusive, no show do Beeshop que eu fui no dia 21 de julho, o Lucas estava com uma camisa da CRUX! Rolou até coletiva pra blogueiros, mas né, tava tão nervosa de estar ali que nem lembrei de perguntar sobre a marca)
Gostou? Então acompanhe o desenvolvimento dos novos modelos e da loja virtual no twitter, participe da comunidade no orkut e assista ao vídeo em que o Lucas e o Tavares falam um pouco sobre o projeto, em entrevista ao canal FashionTV (a partir de 4:40).
"A gente resolveu se aventurar no mundo do vestuário. Na verdade, são roupas que a gente sente falta no nosso guarda-roupa, que a gente gostaria de usar (...) A gente vai lançar um negócio que é tipo streetwear assim, só que PREMIUM, um bagulho muito TOP. Premium Streetwear, taí um slogan bom..."
Katty, Marine, Louise e Anaïs. Esses são os nomes das meninas que me fizeram entender porque a gente é tão apaixonada pela moda francesa atual. E não só pela moda: pelo som, também. A primeira vez que vi uma foto delas, em alguma revista de moda de 2007, não prestei muita atenção. Meninas estilosas, só isso. Me enganei. BEM mais que isso.
Plastiscines, a banda dessas garotas, se "formou" quando Katty, Marine e uma antiga baterista conheceram a baixista Louise, num show dos Libertines. O que, vamos combinar, é o lugar ideal pra encontrar gente de mente aberta - e ouvidos. E garganta. Não podia dar outra - a banda assinou um contrato com a mesma gravadora da banda alemã Kraftwerk, os avós da nossa amada música eletrônica. Tem influência de Blondie e me fazem pensar em Donnas mais "arrumadinhas", como se encontrassem com Lily Allen na sua fase angel. E desculpem, críticos musicais, a música é fora de sério de boa, mas a primeira coisa que reparei foi a maquiagem e os penteados meio pin que eu gamo fácil!
Foram trilha sonora de Gossip Girl com a música "Bitch" que acabou disparando nas paradas (uma coisa sobre GG: você pode até não gostar, mas tem uma trilha sonora FENOMENAL) e lançaram esse clipe, de Barcelona, que me fez ignorar SPFW, Fashion Rio e qualquer outro megaevento de moda do mundo: esses três minutinhos já são, por si só, um espetáculo.Porque França não é só alta-costura. É alta voltagem, também.
OBS 1: Clique aqui e baixe "Barcelona", das Plastiscines!
OBS 2: Foi muito, muito, muito difícil escolher as fotos, todas que achei tem looks maravilhosos. Mas joga o nome delas no Google Images e baba também!


























